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Residência Sênior: o mercado que vai transformar o envelhecimento no Brasil


O episódio 20 do TilpCast trouxe um tema ainda pouco discutido no mercado imobiliário: empreendimentos residenciais pensados para pessoas com mais de 60 anos. Um mercado emergente, com enorme potencial, que vai muito além do senso comum sobre “casa de repouso” ou “asilo” . O conceito é outro, e tem nome: Senior Living.


O que é uma residência sênior?


O termo Senior Living abrange moradias planejadas para pessoas acima de 60 anos que querem viver com autonomia, conforto, segurança e, acima de tudo, socialização. Existem dois perfis principais: os independentes, que ainda vivem de forma ativa, e os dependentes, que necessitam de algum nível de cuidado profissional.


Neste episódio, conhecemos a história da Vitarus Empreendimentos, incorporadora idealizada por Priscila e Margley de Moura, que estão mergulhadas há mais de dois anos e meio no universo da longevidade. A motivação? Uma vivência pessoal com a avó da família, que viveu de forma ativa até os 97 anos e inspirou o propósito de criar soluções reais para o público 60+.


Um mercado em ascensão (e urgente)


O Brasil está envelhecendo rapidamente.


Segundo os dados compartilhados no episódio:

  • Em 2010, 10% da população tinha mais de 60 anos.

  • Hoje, esse número já passa de 16%.

  • Em 2050, será cerca de 30%, mais de 66 milhões de pessoas.


Mas enquanto a população idosa cresce, os imóveis não acompanham essa transformação. Grande parte dos imóveis não é adaptada para esse público. Pior: muitas pessoas precisam deixar suas casas quando enfrentam alguma limitação física. Foi aí que nasceu a missão da Vitarus.


Como funciona o condomínio sênior?


O primeiro empreendimento da Vitarus será um condomínio misto, com casas térreas e apartamentos com acessibilidade total. Tudo projetado para que o morador entre ativo e permaneça no local mesmo com o passar do tempo, sem precisar se mudar em caso de problemas de mobilidade.


O grande diferencial está na operação: o condomínio será gerido por um operador de saúde especializado, que oferecerá:

  • Atividades físicas (como academia e pilates com foco 60+)

  • Atividades culturais, sociais e eventos regulares

  • Restaurante aberto ao público, com alimentação balanceada

  • Serviços de apoio como administração de medicamentos

  • Cuidadores compartilhados por demanda (pay-per-use)

  • Manutenção domiciliar sob solicitação


Tudo isso pensado para garantir qualidade de vida e autonomia, não para restringir, mas para prolongar a liberdade com segurança.


Quem pode morar?


A proposta é clara: o público principal são pessoas com 60 anos ou mais. Há flexibilidade para familiares e cuidadores, mas a ideia é preservar o propósito da convivência sênior. Inclusive, o próprio modelo de condomínio e o custo embutido naturalmente afasta públicos que não fazem parte do perfil, o que os idealizadores chamam de “seleção natural”.


Por que falar disso agora?


Existe um tabu no Brasil em torno do envelhecimento. Mas a realidade é simples: envelhecer é um privilégio. E, como foi dito no episódio: “Se você está envelhecendo, é porque as coisas deram certo. ” A proposta da Vitarus é permitir que o público 60+ decida onde e como quer viver essa fase, antes que as decisões sejam tomadas por outros. É oferecer uma estrutura completa para quem deseja viver mais, e melhor.


Conclusão


O episódio 20 do TilpCast nos mostra que o futuro do mercado imobiliário passa por empatia, propósito e inovação com foco em pessoas reais. E a residência sênior é um passo estratégico nesse caminho. Você pode ouvir o episódio completo no YouTube e Spotify.



👉 Escute o episódio completo no YouTube: https://youtu.be/1B8pROJAfeA?si=H9rwV2YElv2sFwXg

 
 
 

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