Residência Sênior: o mercado que vai transformar o envelhecimento no Brasil
- VZERO MARKETING EQUIPE VZERO
- 5 de jan.
- 3 min de leitura

O episódio 20 do TilpCast trouxe um tema ainda pouco discutido no mercado imobiliário: empreendimentos residenciais pensados para pessoas com mais de 60 anos. Um mercado emergente, com enorme potencial, que vai muito além do senso comum sobre “casa de repouso” ou “asilo” . O conceito é outro, e tem nome: Senior Living.
O que é uma residência sênior?
O termo Senior Living abrange moradias planejadas para pessoas acima de 60 anos que querem viver com autonomia, conforto, segurança e, acima de tudo, socialização. Existem dois perfis principais: os independentes, que ainda vivem de forma ativa, e os dependentes, que necessitam de algum nível de cuidado profissional.
Neste episódio, conhecemos a história da Vitarus Empreendimentos, incorporadora idealizada por Priscila e Margley de Moura, que estão mergulhadas há mais de dois anos e meio no universo da longevidade. A motivação? Uma vivência pessoal com a avó da família, que viveu de forma ativa até os 97 anos e inspirou o propósito de criar soluções reais para o público 60+.
Um mercado em ascensão (e urgente)
O Brasil está envelhecendo rapidamente.
Segundo os dados compartilhados no episódio:
Em 2010, 10% da população tinha mais de 60 anos.
Hoje, esse número já passa de 16%.
Em 2050, será cerca de 30%, mais de 66 milhões de pessoas.
Mas enquanto a população idosa cresce, os imóveis não acompanham essa transformação. Grande parte dos imóveis não é adaptada para esse público. Pior: muitas pessoas precisam deixar suas casas quando enfrentam alguma limitação física. Foi aí que nasceu a missão da Vitarus.
Como funciona o condomínio sênior?
O primeiro empreendimento da Vitarus será um condomínio misto, com casas térreas e apartamentos com acessibilidade total. Tudo projetado para que o morador entre ativo e permaneça no local mesmo com o passar do tempo, sem precisar se mudar em caso de problemas de mobilidade.
O grande diferencial está na operação: o condomínio será gerido por um operador de saúde especializado, que oferecerá:
Atividades físicas (como academia e pilates com foco 60+)
Atividades culturais, sociais e eventos regulares
Restaurante aberto ao público, com alimentação balanceada
Serviços de apoio como administração de medicamentos
Cuidadores compartilhados por demanda (pay-per-use)
Manutenção domiciliar sob solicitação
Tudo isso pensado para garantir qualidade de vida e autonomia, não para restringir, mas para prolongar a liberdade com segurança.
Quem pode morar?
A proposta é clara: o público principal são pessoas com 60 anos ou mais. Há flexibilidade para familiares e cuidadores, mas a ideia é preservar o propósito da convivência sênior. Inclusive, o próprio modelo de condomínio e o custo embutido naturalmente afasta públicos que não fazem parte do perfil, o que os idealizadores chamam de “seleção natural”.
Por que falar disso agora?
Existe um tabu no Brasil em torno do envelhecimento. Mas a realidade é simples: envelhecer é um privilégio. E, como foi dito no episódio: “Se você está envelhecendo, é porque as coisas deram certo. ” A proposta da Vitarus é permitir que o público 60+ decida onde e como quer viver essa fase, antes que as decisões sejam tomadas por outros. É oferecer uma estrutura completa para quem deseja viver mais, e melhor.
Conclusão
O episódio 20 do TilpCast nos mostra que o futuro do mercado imobiliário passa por empatia, propósito e inovação com foco em pessoas reais. E a residência sênior é um passo estratégico nesse caminho. Você pode ouvir o episódio completo no YouTube e Spotify.
👉 Escute o episódio completo no Spotify: https://open.spotify.com/episode/0kWyR6OaFjwNWkMuKsypQ5?si=1wXt7TRjSz3nyvhpQ-W_A
👉 Escute o episódio completo no YouTube: https://youtu.be/1B8pROJAfeA?si=H9rwV2YElv2sFwXg







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